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Breaking Bad Appreciation Week Day 4: Relationships

↳ i’m good anywhere as long as it’s the two of us.

(Source: breakingwacha, via brbagifs)

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Antes, um apelo: não leia crítica de amador. Tem gente qualificada falando disso no link abaixo 

http://m.theatlantic.com/entertainment/archive/2014/03/the-em-true-detective-em-finale-thats-it/284312/

Se você continuar a ler a minha é por tua conta e risco, não reclame. Não vim aqui pra trocar idéia nem pra conversar nem pra apanhar. Não negocio com terrorista.

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Eu não tenho moral e reconheço isso. Gosto muito de muitas séries ridículas e indefensáveis. Muitas vezes atrasei a janta porque tava batendo boca no Facebook. Quais são os valores de uma pessoa assim? 
Então resolvi organizar, num esforço de otimizar minha procrastinação em relação às tarefas domésticas, objetivamente, os motivos que me levaram a não me deslumbrar com a série True Detective.

1) É uma boa série

Sim, é acima da média. Tem algum cuidado estético, tem uma atmosfera sombria que outras séries tentaram mas não conseguiram executar. Mas vamos combinar que ser acima da média não é grande coisa também, o que se tem por aí é bem medíocre. Aliás, como tem série meia-boca nesse mundo (Blacklist? Scandal? Once upon a time????)! Então é de se entender que TD cause algum assanhamento, se tivermos boa vontade e esquecermos que Sopranos, Breaking Bad, cinema noir e cinema de arte já existiram. Ok, é uma série legal. 

Mas nota 6 jamais será nota NOOOVEEE

2) Tem bons momentos

E algumas boas piadas. Mas pra 8h de material, eu esperava muito mais do que duas frases de efeito mal colocadas por episódio. Na verdade, eu esperava silêncio. Ao invés disso, o que recebi foram horas de diálogo vazio entre dois personagens caracterizados de forma previsível. Marty é raso como uma prancha, apesar de ser o que traz algum carisma e graça, é o típico cunhado babaca que todo mundo tem. Cohle é sinestésico (!) e atormentado, praticamente um Dr. Gregory House do pântano. Sempre pensando à frente, sempre tão brilhante e distante de nós, meros mortais. Puff, que canseira.

3) Parte de boas referências

Mas ainda assim não usa nenhuma direito. É como ver um estudante de antropologia num happy hour tentando passar caô nas mina. Ele até sabe jogar uns nomes, fala de Lovecraft e escuta folk, mas se você já viu um tiquinho mais da vida, sabe que tem coisa melhor (e que provavelmente ele é retardado e inexperiente e não vale a viagem de taxi da manhã seguinte). 

4) É um bromance

São horas a fio de Rust e Marty. Nada mais recebeu a devida atenção pra ser desenvolvido com o mínimo de sofisticação exigida por uma nota NOOOVEEEE

5) Não é sobre “contar histórias”

O que mais teve foi história mal contada. Me desgraça a cabeça perceber que o centro de grande parte da série tenha sido baseado em diálogos e monólogos, ao invés de ações. E eram diálogos e monólogos um tanto quanto banais. Se você assistiu a alguma coisa de Além da Imaginação, clássicos do noir e praticamente qualquer filme dos anos 70, com certeza sabe que diálogos podem ficar muito melhores (e menores) do que isso. Fico de cabelo em pé quando vejo que alguém se impressiona alucinadamente com tão pouco. 

Daí o que não era diálogo/monólogo de fila do Restaurante Universitário foi massivamente preenchido por um drama familiar insuportavelmente comum e desinteressante. Não me sinto mal por não me importar com os problemas de um policial que fez algumas escolhas vulgares e nem se encrencou tanto assim. 

Inseriram e retiraram personagens sem pudor algum, aparentemente só pela inércia que ajudariam a manter no roteiro. A gangue dos bikers, os detetives negões, as amantes, aquele cara que eles abduzem no penúltimo episódio, e mais alguns outros que não me lembro - porque não foram importantes e não vou ficar revendo a titica da série que eu nem sou fissurada. Situações e núcleos de indivíduos que surgem como uma ameaça à vida dos protagonistas, e demandam solução mirabolante, rapidamente viram detalhes descartáveis. Dar esses sumiços sem um propósito, só porque você pode, é cretino, picareta. Ou simplesmente conveniente e preguiçoso. Não é nota NOOVEEE 

A história ziguezagueou superficialmente entre altos cargos da política e da polícia, entre seitas e aldeias de prostituição, assassinatos múltiplos, psicopatia e santeria, só que nada disso foi abordado direito. Nenhum desses núcleos foi retratado um tiquinho além do que se pode estereotipar no meio de uma sessão de chose e binge drinking. Não é uma boa série de detetive, uma vez que, mesmo servindo de pano de fundo, os assassinatos raramente são mencionados ao longo de um episódio inteiro, principalmente nos primeiros 6 episódios (que correspondem a…3/4 da temporada). Nem é uma boa série de filosofia, porque carece de algum rigor mínimo de dialética. Muito menos uma boa série de mistério, já que o lance sobrenatural todo perde espaço pras dinâmicas familiares abobadas em momentos cruciais. Linguagens precisam ou de pragmatismo ou de estilo - TD mal tem o suficiente de qualquer um desses dois.

6) Não é sobre “um lugar”

Teria sido, se não fosse sobre bromance. De novo, se fosse sobre uma cidade, teria sido sobre uma cidade, teriam ido além da superfície de seus habitantes, além dos chavões, além da stripper informante e do sábio pastor negro. Mas foi sobre dois caras conversando, isso que de fato aconteceu na tela. Todo o resto ficou como acessório pra tentar costurar displicentemente a trama que os uniu. 

Na verdade, achei que a locação foi subutilizada, dá pra contar nos dedos de uma mão a quantidade de planos que devem fazer jus à paisagem única dessa região. E, caraca, com o devido cuidado, vimos até o tedioso deserto de Albuquerque parecer mais interessante do que os belíssimos pântanos de Louisiana.  

7) Tem o Woody Harrelson

Ele é legal, engraçado, ele é nota NOVEEE. Mas precisa de uns oito Woody pra fazer uma série inteira.

8) É canastrão

Pelo menos admitam que é tudo muito canastrão, por favor. Quem gosta de transformação física é a academia (e a Academia), isso não é tudo. Os primeiros episódios parecem gravação de teste de elenco do Matt Mahoganey, “GIBE EMMI PLZ”. Entre isso e uma atuação realmente excepcional ainda tem um pouco de chão, viu. Não é nem culpa dele, é que falta profundidade na escrita mesmo. Pode botar a bagagem filosófica que você quiser num personagem, ainda assim o que vai dar vida a ele é o que ele faz pra sobreviver, é como ele atende aos instintos mais básicos.

9) “AAAI A TRILHA SONORA”

Nem essa roda eles inventaram, você que nunca ouviu Lee Hazlewood ou Handsome Family

E agora chega, bora dormir.

(Source: paulyswesley, via brbagifs)

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charmeleon:

I made him a little kitty snow fort and I think he likes it as much as I do

(via kittenskittenskittens)

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Deep fried stuff #100happydays #day2

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(Source: keikozakky, via kittiesntitties)

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